sexta-feira, 20 de julho de 2018

O rio pode levar

Às vezes não é preciso empurrar o barco. Melhor deixar que o rio leve...

Vó...

Por que será que o amor de avó é tão grande, quase colossal? Penso que é porque o amor de vó vai lá no passado e vive de novo o amor pelos filhos, em outra frequência.

Caverna

Resgate na Tailândia: quanta gente corajosa, valente, solidária! O ser humano é capaz dessas grandezas!

O argueiro e a trave

"É o seu próprio grão insalubre de inverdade que lhe rouba a paz; jamais a montanha de erros da outra pessoa!"
PW 042

Chorar e viver

E servem as lágrimas para drenar o que transborda; não para afogar ou tirar o fôlego.

Decisão

"Você não pode convencer-se a ser uma boa pessoa, a amar e a ter compaixão e humildade; mas você pode decidir-se a descobrir o que faz com que você não seja tudo isso e, assim, a remover aquilo que o impede de ser uma pessoa boa e amorosa e aquilo que está entre você e uma vida plena, que o impede de ser o seu Eu Verdadeiro". Palestra PW 104

sábado, 12 de maio de 2018

SOBRE MÃES...


Todas os poemas, textos e homenagens dedicados às mães destacam sua força, amor sem limites, valentia, martírio, capacidade de se doar. E é verdade que algumas manifestam essas qualidades, autoimpostas ou espontâneas. Mas existe uma imagem de massa (inconsciente) de que mãe foi feita só para doar-se; e que, pela sua “santidade” e poderes de heroína super, não precisa receber. E quem escreve sobre traumas e dores de mães? Poucos refletem sobre as necessidades dessas mulheres-maravilha. Raros imaginam que, às vezes, a capa de voadora se encharca de lágrimas, silêncios e esperas.
Nesse mundo “psicologizado” às avessas, de valores invertidos, muitos são os filhos que derramam nas linhas e entrelinhas da vida, revoltas, exigências e “traumas”, pela mãe de fantasia que não tiveram. Alguns transitam “de bico aberto” como passarinhos que exigem ser nutridos, pedindo, pedindo.
Frustram-se diante de mães reais, humanas que também carregam vulnerabilidades: são frágeis, adoecem, erram, choram tem medos e culpas; e são mulheres absolutamente comuns. Apenas mulheres e mães possíveis. (Ray Do Vale)